Pensa-se em buracos negros como prováveis portais para outra dimensão, e essas indagações sugam o tempo e as idéias de muitos gênios. Essa força gravitacional que traz tudo para si seria inútil se esse tudo não existisse.
Muitos tentam ver através de uma bola de cristal tudo o que acontece em nossa volta, mas não se trata da circunferência e sim do centro dela. É preciso de um elemento muito mais poderoso e abrangente do que nossas lentes de contato.
Trata-se do elemento incolor, inodoro, insípido, simplesmente nu, trata-se da água. É nessa nudez que nossas vidas estão fundamentadas, e até mesmo o ar que respiramos. Despida de qualquer vertente humana a água pode estar no centro de várias circunferências o que nos leva a uma esfera.
Este ouro transparente é o centro para vários pontos eqüidistantes em uma geometria espacial, o que nos lembra a Terra. Não quero que o leitor se deixe levar pelo conceito terrestre do que é a Terra, mas sim na estrutura dos seres viventes, todos eles. Analisemos a parte como se fosse o todo, vejamos os pés que fazem o planeta girar assim como dois dedos andando pelo globo das aulas de geografia.
A água em sua transparência que reflete e refrata, podendo ser tangida através de sólidos, estando dentro de nós vagando em nossos cérebros, subindo em fumaças, caindo em cabeças, resfriando crânios, afogando seres e alimentando outros. A tecnologia, a fé, o poder, o espelho no elemento mais sublime, a única que conhece o fundo dos oceanos.
Digo que este líquido é um portal para linhas de pensamentos e incertezas. Mesmo percebendo todas essas propriedades, crenças, lendas do querido H2O não nos atentamos para a magnitude do mesmo. E por isso muitos continuam lendo e relendo com lentes de contato.
Bem-Vindo ao Yishay Moreno
O navio que faltava no seu mar (e que está para demitir seu publicitário por causa dessa frase típica e previsível).
Para quem cansou de boiar digo que a correnteza não é preciso...
Que Eu navegue
Que Tú navegues
Que Nós naveguemos
Isto não é um novo sentido, é um novo mar.
Para quem cansou de boiar digo que a correnteza não é preciso...
Que Eu navegue
Que Tú navegues
Que Nós naveguemos
Isto não é um novo sentido, é um novo mar.
sábado, 6 de junho de 2009
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Cultura e Paz
Comecemos falando sobre o que todo mundo fala, a falsa e desastrosa Paz Americana. Pronto, falei. Agora vou apelar para algo individualista, talvez não tanto quanto a Paz Americana, a falsa e desastrosa paz da mente humana.
Um mundo sem armas que causam a guerra, o famoso sonho. O mundo socialista, a famosa ideologia. Um mundo parceiro da natureza, a famosa causa. Por fim todo mundo assistindo TV e vendo os famosos falando de famas e de suas vidas pessoais. Parabéns seguidores de estrelas guias.
Precisa-se entender que paz não é viver dentro de uma bolha sendo vigiado estando longe de qualquer ameaça. É preciso viver “em paz”, tenha seus limites, mas que eles sejam seus. O que deve existir é uma lei feita pelo povo que cumpre a mesma, e não uma lei feita por maritacas para que os cisnes aprendam a dançar no lago, o lago é dos cisnes.
E se eu fosse proprietário de tudo isso diria que não vendo a Amazônia e não compro New York. Talvez até compre New York, mas só se estiver à venda. Chega de ter anseios pela Estátua da Liberdade, pois é uma estátua. E que o Grande Juiz do mundo julgue, mas julgar nem sempre é fazer acontecer. Depois de 11 de Setembro os países brincam de ameaças e o Grande Juiz brinca de ser imune.
Vence quem tem maior poder. Quem tem maior poder? O martelo ou a arma? E se o martelo servir de arma? Fique em guerra com essas vãs guerras ou fiquemos em paz guerreando pelos nossos ideais. Querer cultura e paz não é apenas ler um texto que também quer. Então se manifeste.
Obs.: Outro texto escolar. "Manifesto sobre cultura e paz"
Um mundo sem armas que causam a guerra, o famoso sonho. O mundo socialista, a famosa ideologia. Um mundo parceiro da natureza, a famosa causa. Por fim todo mundo assistindo TV e vendo os famosos falando de famas e de suas vidas pessoais. Parabéns seguidores de estrelas guias.
Precisa-se entender que paz não é viver dentro de uma bolha sendo vigiado estando longe de qualquer ameaça. É preciso viver “em paz”, tenha seus limites, mas que eles sejam seus. O que deve existir é uma lei feita pelo povo que cumpre a mesma, e não uma lei feita por maritacas para que os cisnes aprendam a dançar no lago, o lago é dos cisnes.
E se eu fosse proprietário de tudo isso diria que não vendo a Amazônia e não compro New York. Talvez até compre New York, mas só se estiver à venda. Chega de ter anseios pela Estátua da Liberdade, pois é uma estátua. E que o Grande Juiz do mundo julgue, mas julgar nem sempre é fazer acontecer. Depois de 11 de Setembro os países brincam de ameaças e o Grande Juiz brinca de ser imune.
Vence quem tem maior poder. Quem tem maior poder? O martelo ou a arma? E se o martelo servir de arma? Fique em guerra com essas vãs guerras ou fiquemos em paz guerreando pelos nossos ideais. Querer cultura e paz não é apenas ler um texto que também quer. Então se manifeste.
Obs.: Outro texto escolar. "Manifesto sobre cultura e paz"
Bússola
De mim mesma,
Texto escolar
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Blá-Blágação
E um leve sorriso nasceu em seus lábios, de canto, sarcástico, discreto, beirando a meiguice, mas muito, muito longe desse jeitinho.
Agora não é momento de risinhos, é hora de baixar a cabeça e fingir profundo lamento e torcer os traços do rosto para que pareçam escrever “oh não, por quê?”. O rapaz se contém, mesmo que esteja ouvindo ecos em seu crânio de suas gargalhadas.
A vista é o motivo pelo qual ri. Aquele homem continuava ali, em seu “blá-blá-blá” julgando subjugados. Tentando fazer com que aqueles rapazes e raparigas levantassem a cabeça para ver que o que acontecia era o que se dizia. O rapaz estava ali sentado e não só olhava como contemplava, pois sabia que ninguém levantara a cabeça e diziam “ah, que cara chato”.
Muitos ficaram ofendidos com o bláblá. Em outras situações ele também ficaria ofendido, mas não é outra situação. Poderia se lamentar, mas dessa vez ele entende e a cada blá sente mais força e vontade. Uma letra subjugando a outra formando um único som e passando por sua cabeça como um êxtase que a martela 10 vezes. E irá martelar até que se transforme e o próprio rapaz tocará essas notas. E o melhor, só ele compreendia e bebia desse poder. Isso é poder, esse sentimento diante de coisas tão mesquinhas, mas que dão uma grande sensação.
Ele não sabe se sorri ou se esboça fracasso. Ah, deixe disso garoto. Vamos lá, só um sorriso. Quem verá? E um leve sorriso nasceu em seus lábios, de canto, sarcástico, discreto, beirando a meiguice, mas muito, muito longe desse jeitinho.
Então surge a preocupação, pois se ele fingi outro poderá também estar fingindo, quiçá todos. Mas não, seria tudo bom demais para ser verdade. Ele se vira, com cautela, e se assusta, pois no meio de todas aquelas cabeças baixas uma estava erguida encostada na parede branca. Esta esboçava fracasso e tinha um leve sorriso.
Ele pensou consigo e repensou, talvez seja melhor abaixar a cabeça e fingir não ter visto. Apesar do calafrio que senti resolve transparecer pelo menos para aquele outro rapaz, é cauteloso, e movendo os lábios diz sem vibrar suas cordas vocais, blá. O colega tirou o cabelo dos olhos e respondeu blá. Era apenas isso que precisava, ter certeza de que não estava falando com um subjugado. Foi rei desde sempre, já é hora de disputar o cetro. Mais uma guerra intelectual, humanos são tão divertidos.E para quem está curioso para saber o que o homem falava e diz eis aqui sua fala “Blá-blá-blá.”
Agora não é momento de risinhos, é hora de baixar a cabeça e fingir profundo lamento e torcer os traços do rosto para que pareçam escrever “oh não, por quê?”. O rapaz se contém, mesmo que esteja ouvindo ecos em seu crânio de suas gargalhadas.
A vista é o motivo pelo qual ri. Aquele homem continuava ali, em seu “blá-blá-blá” julgando subjugados. Tentando fazer com que aqueles rapazes e raparigas levantassem a cabeça para ver que o que acontecia era o que se dizia. O rapaz estava ali sentado e não só olhava como contemplava, pois sabia que ninguém levantara a cabeça e diziam “ah, que cara chato”.
Muitos ficaram ofendidos com o bláblá. Em outras situações ele também ficaria ofendido, mas não é outra situação. Poderia se lamentar, mas dessa vez ele entende e a cada blá sente mais força e vontade. Uma letra subjugando a outra formando um único som e passando por sua cabeça como um êxtase que a martela 10 vezes. E irá martelar até que se transforme e o próprio rapaz tocará essas notas. E o melhor, só ele compreendia e bebia desse poder. Isso é poder, esse sentimento diante de coisas tão mesquinhas, mas que dão uma grande sensação.
Ele não sabe se sorri ou se esboça fracasso. Ah, deixe disso garoto. Vamos lá, só um sorriso. Quem verá? E um leve sorriso nasceu em seus lábios, de canto, sarcástico, discreto, beirando a meiguice, mas muito, muito longe desse jeitinho.
Então surge a preocupação, pois se ele fingi outro poderá também estar fingindo, quiçá todos. Mas não, seria tudo bom demais para ser verdade. Ele se vira, com cautela, e se assusta, pois no meio de todas aquelas cabeças baixas uma estava erguida encostada na parede branca. Esta esboçava fracasso e tinha um leve sorriso.
Ele pensou consigo e repensou, talvez seja melhor abaixar a cabeça e fingir não ter visto. Apesar do calafrio que senti resolve transparecer pelo menos para aquele outro rapaz, é cauteloso, e movendo os lábios diz sem vibrar suas cordas vocais, blá. O colega tirou o cabelo dos olhos e respondeu blá. Era apenas isso que precisava, ter certeza de que não estava falando com um subjugado. Foi rei desde sempre, já é hora de disputar o cetro. Mais uma guerra intelectual, humanos são tão divertidos.E para quem está curioso para saber o que o homem falava e diz eis aqui sua fala “Blá-blá-blá.”
Bússola
De mim mesma
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Moça Bruta e Rapaz Romântico
Por que a Moça Bruta foi se apaixonar pelo Rapaz Romântico? E qual será o por quê dele ter gostado da idéia? Ela nunca quis flores e nem vestido rosa com sapatilhas fofas. Ele nunca quis um Pit Bull e uma bebida destilada com um boné.
A verdade é que ás vezes o Rapaz quer xingar e mandar tudo para o espaço, mas também não quer escutar burburinhos que não acreditavam que um dia ele iria agir daquela forma. Digo que ele não ouvirá isso, pois a Moça gritará “lindo, dá uma de esquerda” e ele vai dar dez socos no ar e rir no final.
É correto também que a Moça ás vezes quer aflorar seu sentimentalismo e a flor atrás da orelha, mas não quer ver expressões mesquinhas duvidando de sua personalidade forte. Digo que ela não verá isto, o Rapaz deixará o jornal de lado e vai simplesmente saciar a carência dela.
Ela é grossa e sincera, e é por isso que ele acredita que é amado quando escuta “Amo-te”. Ela está feliz por que só o rapaz sabe da sua sede por um abraço, e ele está feliz por que só ele sabe dessa sede. O Rapaz não precisou esconder sua raiva, não para ela. E na opinião desta ele nunca vai precisar esconder.
A Moça Bruta gosta de calça azul, mas hoje colocou um vestido verde, ele não tocou sax, apenas disse que gostou. E foi assim, simples e legal. O Rapaz Romântico gosta de camisas, mas hoje usa um boné, ela não tocou guitarras por isso, apenas deu seu sorriso de aprovação. E foi assim, singelo e legal.
Amo-te de guitarra ou de um sax continua com o mesmo significado. Nem overdose, nem fadas, uma realidade. Ambos estão satisfeitos, pois não conseguiram o que queriam, mas o que precisavam, e o que precisavam é realmente o que se queria. Moça Bruta e Rapaz Romântico, um romance pesado e uma doce toxina. Ela que grite a raiva dele e ele que sacie sua carência.
Obs.: Antes que perguntem quem é o Rapaz eu ja digo que não existe um Rapaz(acho que não =X ), ou melhor, tem um homem tirando meu sono e este é o meu primo de 2 meses que chora toda noite e está passando as férias na minha casa.
Estou um pouco enjoada de escrever textos sobre devaneios amorosos, mas é o que sei fazer e acho que está "bem feitinho". "Jéssica, mas como você consegue por verdade no texto sem estar apaixonada?" Se realmente existe verdade no texto acho que é algo como atuar, depois que você pega o jeito fica fácil(nem é tão fácil assim).
A verdade é que ás vezes o Rapaz quer xingar e mandar tudo para o espaço, mas também não quer escutar burburinhos que não acreditavam que um dia ele iria agir daquela forma. Digo que ele não ouvirá isso, pois a Moça gritará “lindo, dá uma de esquerda” e ele vai dar dez socos no ar e rir no final.
É correto também que a Moça ás vezes quer aflorar seu sentimentalismo e a flor atrás da orelha, mas não quer ver expressões mesquinhas duvidando de sua personalidade forte. Digo que ela não verá isto, o Rapaz deixará o jornal de lado e vai simplesmente saciar a carência dela.
Ela é grossa e sincera, e é por isso que ele acredita que é amado quando escuta “Amo-te”. Ela está feliz por que só o rapaz sabe da sua sede por um abraço, e ele está feliz por que só ele sabe dessa sede. O Rapaz não precisou esconder sua raiva, não para ela. E na opinião desta ele nunca vai precisar esconder.
A Moça Bruta gosta de calça azul, mas hoje colocou um vestido verde, ele não tocou sax, apenas disse que gostou. E foi assim, simples e legal. O Rapaz Romântico gosta de camisas, mas hoje usa um boné, ela não tocou guitarras por isso, apenas deu seu sorriso de aprovação. E foi assim, singelo e legal.
Amo-te de guitarra ou de um sax continua com o mesmo significado. Nem overdose, nem fadas, uma realidade. Ambos estão satisfeitos, pois não conseguiram o que queriam, mas o que precisavam, e o que precisavam é realmente o que se queria. Moça Bruta e Rapaz Romântico, um romance pesado e uma doce toxina. Ela que grite a raiva dele e ele que sacie sua carência.
Obs.: Antes que perguntem quem é o Rapaz eu ja digo que não existe um Rapaz(acho que não =X ), ou melhor, tem um homem tirando meu sono e este é o meu primo de 2 meses que chora toda noite e está passando as férias na minha casa.
Estou um pouco enjoada de escrever textos sobre devaneios amorosos, mas é o que sei fazer e acho que está "bem feitinho". "Jéssica, mas como você consegue por verdade no texto sem estar apaixonada?" Se realmente existe verdade no texto acho que é algo como atuar, depois que você pega o jeito fica fácil(nem é tão fácil assim).
Bússola
De mim mesma
sábado, 5 de julho de 2008
Selo-meme 'Blog amigo'

Uma salva de palmas para o graande Raphael Pacheco do blog "Um Pacheco" que aprovou esse "meio de transporte" com o selo do amigo. Valeu!!!!!!
Mas vamos ao desafio, afinal existe um desafio para ganhar este selo...
1. Postar três videos que achar mais interessante.
I-"O contador de piadas"
Simplesmente por que eu quero mudar e foi por isso que procurei a Associação de Contadores de Piadas Anônimos. Aí vai um depoimento do Bruno Mazzeo...
II-Contos da Meia Noite - "Eu estava ali deitado"
Perfeeeito, o cara é muito top...
III- Comédia em Pé com Fábio Porchat e Paulo Carvalho
Por que eu amo stand-up comedy
2. Pegar o livro mais próximo com mais de 161 páginas, abrir o livro na pagina 161, na referida pagina procurar a 5ª frase completa e transcrever para seu blog, na íntegra, a frase encontrada.
Acredite, o livro mais próximo que encontrei foi "Introdução à Teologia Cristã"(não é de bobeira que meu apelido é "Freira".)
"Em seu devido tempo estes luzeiros proporcionarão as condições necessárias para o desenvolvimento posterior no reino orgânico."
(????? O.o)
3. Indicar 5 Blogs para o desafio
Ninguém é Todo Mundo
Anselmo Martini
Do'Céu
Ana ensina escrever (Órion)
Infinito Particular
É isso aê...
Vlw!!!
Bússola
Oscar xD
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